sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Encontro Nacional da Pastoral da Juventude começa neste domingo (8) em Maringá (PR)
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Vem aí o 10º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude
Em 2011, a Arquidiocese de Maringá recebe os jovens da Pastoral da Juventude do Brasil, para reafirmar sua eclesialidade refletindo e celebrando o tema: Somos Igreja Jovem e embalados pelo lema: Na Ciranda da vida, a nossa missão é amar sem medida.
Conheça um pouco da história dos nove encontros que antecederam o 10º ENPJ que fizeram história na vida de muita gente em nosso país. Clique Aqui!
Entre seus objetivos específicos, o ENPJ pretente:
- Ser um espaço de encontro, de troca de experiências dos grupos e vida das lideranças, enquanto Igreja Jovem;
- Celebrar e refletir sobre os 50 anos do Concílio Vaticano II, Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil e do Projeto de Revitalização da PJ Latino Americana;
- Assumir a caminhada da PJ para os próximos anos tendo em vista seu plano de ação, missão e intervenção social considerando a diversidade da realidade da juventude brasileira;
- Analisar a conjuntura da defesa da vida da juventude a partir de seus espaços vitais;
- Celebrar o Deus da vida para animar a missão de construir a Civilização do Amor.
sábado, 31 de dezembro de 2011
Em 2012, já sabemos, o caminho é o amor!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
E o pejoteiro saiu a pejotar
E ele lembrou também sobre o que a Carmem Lucia dizia a respeito da importância da vivência no grupo e na comunidade. E ele pode entender que tudo o que partilhou em sua capela, com aquela gente simples que celebrava e refletia sobre a vida e a missão de Jesus também fazia todo o sentido agora.
Foi na restauração destas lembranças que ele fez memória da frase do Hilário Dick que dizia que a história de um povo é a sua coluna vertebral. Foi olhando para sua própria "coluna" que o pejoteiro percebeu que havia muito ainda para poder caminhar.
Por fim, o pejoteiro lembrou também o que disse o Gisley: “Vamos juntos gritar, girar o mundo. Chega de violência e extermínio de jovens”. O pejoteiro olhou para seu passado, sua história e olhou também para seu presente. Há tanta gente que precisa conhecer o que ele viveu, há tantos que podem fazer esta mesma experiência, mas não a fazem porque nunca ouviram falar de Pastoral de Juventude. Há tanto bem para ser feito.
Então o pejoteiro tomou uma decisão. Ele pegou sua Bíblia, suas fichas de dinâmicas, seus livros sobre pastoral e sobre juventude, sua pasta de cantos, seu violão e muitos papéis coloridos, fitas, panos, bandeiras, botões, cola e tesoura. Ele iria partir em missão. Tinha muitas sementes que gostaria de lançar. E o pejoteiro saiu a pejotar.
Num primeiro momento chegou num grupo fantástico. A turma era dinâmica e alegre. Ele chegou e se apresentou. Embora eles não soubessem o que significava ser pejoteiro, o jovem foi acolhido de uma forma exemplar. Lá ele aprendeu e ensinou coisas. Foi uma experiência bacana estar com eles. Saiu de lá fortalecido. E deixou um grupo mais animado ainda.
Chegou num segundo grupo. Passou um tempo com eles. Ele falou, provocou, tocou, cantou, fez dinâmicas, mas não sentia profundidade neles. Quando parecia que a ideia lançada ali ia produzir algo, logo a proposta morria. E o pejoteiro achou suas sementes preciosas demais para serem gastos com jovens sem tanta acolhida.
E partiu novamente para sua missão num terceiro grupo. E ficou bastante tempo com eles também. E foi percebendo que embora as propostas que ele chegou a lançar ali parecessem surtir algum efeito, na verdade ninguém as assumia de fato. Os jovens dali tinham tantas opções, que não priorizaram o que o pejoteiro havia proposto. Quando havia conflitos de interesses ou as datas batiam, suas propostas, embora bem acolhidas, não vingavam. E o pejoteiro achou novamente que suas sementes eram preciosas demais para serem desperdiçadas com jovens com outras prioridades.
Mas quando chegou no quarto grupo se deparou com uma situação ainda pior. Por mais que ele insistisse, por mais criativo que ele fosse, não importava quantas piruetas desse ou quais músicas cantasse, o grupo não saia do marasmo. A proposta lançada parecia não surtir efeito. Eram como sementes jogadas num concreto seco e quente. Nada vingava ali. E o pejoteiro partiu novamente.
Voltou para sua capela. Precisava recarregar as baterias. Participou então de um círculo bíblico. Eles refletiam o segundo capítulo de Mateus. E um versículo soou para ele como uma epifania: “As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes”. Foram as palavras de Jesus que lhe deram um ânimo novo. O problema não era o que fazia, as dinâmicas que usava ou a música cantada. Muito menos o problema estava na sabedoria e na vontade do pejoteiro. Era preciso tratar da doença. Ir até as causas e não olhar somente para as consequências.
A realidade de cada grupo foi pouco valorizada por ele. O problema era o “como”. Cada um dos grupos merecia um tratamento e uma abordagem diferente de acordo com o chão em que ele pisava. A semente que ele lançava era importante? Claro que era. Mas um bom agricultor sabe cuidar da terra antes do plantio. Assim, ele pode tirar as pedras, adubar e revirar aquelas pouco profundas, como também pode retirar os espinhos que sufocam as plantinhas recém brotadas e carpir o mato que brotava junto com elas. E mesmo que seja uma superfície de concreto, não há nada que o tempo, a chuva e o vento não faça brotar nas rachaduras. Há sempre de se encontrar as brechas.
E o pejoteiro, criativo como era, voltou. E antes de lançar as sementes procurou conhecer a realidade dos grupos por onde passava. Tão importante quanto apresentar a proposta e motivar sua vivência é conhecer o chão que se pisa. Só assim se pode por a mão na massa com eficiência, ousadia e confiança.
Em Lauro Müller, jovens se reúnem em Retiro Paroquial.
No Domingo dia 20 de Novembro a Pastoral da Juventude e o Grupo de Oração Jovem De Lauro Müller realizou VI Retiro para a Juventude com o tema “Os sonhos e a fantasia do jovem”. O encontro contou com a articipação de aproximadamente 90 jovens da paróquia Imaculado Coração de Maria de Lauro Müller se reuniram na comunidade de Rio da Vaca. O retiro iniciou às 9:00hs com a animação da banda Mensageiros da Fé de Criciúma e pregação dos Jovens Danilo e Taise, logo após o almoço Ministério Arte e Resgate da paróquia apresentou o teatro “Cadeia das Drogas”. O encerramento foi com a Santa Missa presidida pelo padre Joel Savio de Urussanga.Foi um dia com muita oração, animação e reflexão para que a juventude diferencie os sonhos da fantasia, e não vivamos como jovens alienados naquilo que o mundo nos oferece. E mais próximos de Deus sejamos jovens que acreditam na esperança pra que os sonhos da Juventude nunca sejam esquecidos.
Em Santa Catarina, Audiência pública repudia redução da maioridade penal

A promotora Márcia Aguiar Arend, representante do Ministério Público, afirmou que a defesa pela redução da maioridade penal é um discurso oportunista e midiático. “O que faz uma nação ser menos violenta é o estado de civilidade das pessoas e isso não passa pelo processo penal”, destacou a promotora.

Pastoral da Juventude de Santa Catarina avalia e planeja caminhada
O trabalho de dois dias na reflexão da caminhada foi conduzido a partir das propostas apontadas na 11° Assembleia Regional da Pastoral da Juventude (ARPJ) que aconteceu em setembro, na oportunidade os jovens buscaram avançar ainda mais na construção e continuidade da caminhada.
Nas definições do grupo estão os projetos regionais assumidos pela pastoral, formas de organizar os trabalhos e definição das equipes, celebração dos 30 anos da PJ que será realizada em novembro de 2012 com um grande acampamento em uma das dioceses do regional, entre outros pontos mais particulares para andamento das ações e trabalho da PJ em todo o estado.
A partir do mês de janeiro o regional da pastoral da juventude terá a frente dos trabalhos o jovem Uilian Dalpiaz eleito na ARPJ ocupando o lugar do então secretário Rodrigo da Silva.

Texto: Aline Nandi Foto: Marcos Tramontin
Membros da equipe Teias da Comunicação- PJ Regional Sul 4
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Pastoral da Juventude da Diocese de Criciúma reflete “Desafios e perspectivas” em sua 10ª Assembléia Diocesana.

Durante os dias 26 e 27 de Novembro de 2011 a Pastoral da Juventude da Diocese de Criciúma/SC esteve reunida na casa de encontros da Congregação dos Josefinos de Murialdo, em Balneário Arroio do Silva/SC, para a sua 10ª Assembleia Diocesana. Nestes dias, animados(as) pelo tema: “PJ: Desafios e Perspectivas” e embalados(as) pelo lema “Permaneça firme naquilo que aprendeu e aceitou como certo” II Tm 3, 14, foi possível avaliar e planejar a caminhada da PJ na diocese.

Estiveram presentes jovens representantes de coordenações paroquiais da PJ, grupos de jovens, Coordenação e Assessoria diocesana da PJ. O bispo diocesano Dom Jacinto Inácio Flach também esteve presente durante a manhã do sábado(26), no início dos trabalhos, aonde falou a todos os participantes da “importância destes momentos para planejar a caminhada levando em conta a comunhão com a Igreja, em vista da vida da juventude”.

Conduzida a partir do método Ver, Julgar e Agir, e permeada pela mística dos lugares bíblicos de Belém (Lc 2, 1-20), Nazaré (Lc 4, 14-21), Betânia (Lc 10, 38-42), Samaria (Jo 4, 1-42) e Jerusalém (Lc 24, 13-35), a Assembléia proporcionou aos participantes refletir a caminhada da PJ em momentos de debate, trabalho em grupo, plenária, oração, conversa, troca de experiência, avaliação, planejamento, celebração, estudo e reflexão.

O Agir da assembléia foi pautado pelo estudo e análise das 4 linhas de ações presentes no plano de ação 2009-2011 que prevalecem para os próximos 2 anos: Articulação e Acompanhamento, Formação, Assessoria e Defesa da vida.A partir delas, o grupo propôs novos projetos e seus responsáveis, levando em consideração as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora – DGAE 2011-2015, o processo de construção do Setor Diocesano de Juventude e suas atividades conjuntas, a Jornada Mundial da Juventude, Pré-Jornada nas dioceses, a Peregrinação da Cruz, e a Campanha da Fraternidade 2013.

A 10ª Assembleia aclamou a recondução do jovem Marcos Tramontin ao serviço de coordenador diocesano da PJ por mais 2 anos. Com ele, a equipe formada pelos coordenadores e representantes paroquiais, assessores/as diocesanos/as irá coordenar os trabalhos da Pastoral da Juventude em comunhão com toda a igreja diocesana de Criciúma. A assembléia foi encerrada com a Celebração Eucarística, presidida pelo Assessor Diocesano da PJ, Pe. Bento Ailton Zilli.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Chegando ao inicio de um novo ano litúrgico em nossa tradição, inicio tem tudo a ver com “chegar” com advento com natal, com nascimento, com Jesus. Este “chegar” não é um fim, pois é o inicio de um ano litúrgico, ("Liturgia", em grego, formado pelas raízes leit- (de "laós", povo) e -urgía (trabalho, ofício) significa serviço ou trabalho público) é o inicio de nosso ano de um serviço, não qualquer serviço, é o serviço ao criador, e em imediato serviço aos irmãos. Pois na liturgia o ponto alto, é a Eucaristia (Ação de graças, sacramento que, contém real e substancialmente o corpo, o sangue, a alma e a Divindade de Jesus Cristo sob as espécies de pão e de vinho). Em outras palavras é o banquete onde Cristo se fez alimento para todos/as.
Somos convidados neste tempo de Chegada a meditar a vida da Juventude. Logo após a “chegada” de Deus-Menino o sistema se sentido ameaçado pelo Rei(que nasceu em uma manjedoura) determina que se exterminem todas as crianças. Hoje o Sistema Extermina (morrem por dia, em média, 54 jovens vítimas de homicídio no Brasil e ainda vale lembrar que um estudo inédito divulgado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos estima que 33.504 adolescentes brasileiros serão assassinados em um período de sete anos, que vai de 2006 a 2013.) a Juventude não permitindo que ela seja protagonista de sua Própria historia.
É este o tempo da “chegada” de um novo entusiasmo em defesa da vida da juventude, este tempo Litúrgico de “chegada” (e de partida para missão) é o tempo do nosso Deus-que-Vem em defesa de seu povo (de sua juventude que esta oprimida e morre) é o tempo da Justiça e da Paz como nos diz o Papa Bento XVI.
Que este período propicio de meditação da “chegada” de Cristo como um indefesso que nasce no meio dos pobres e é perseguido com violência e foge do extermino, seja o nosso tempo de Chegada(partida) para a resistência contra os que desfrutam da Morte. Que o Deus-que-Vem permaneça em nosso meio nos animando a anunciar e a denunciar as opressões que Ele mesmo experimentou.






